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Rei do meu coração

Casa coração

O lugar da espera na vida cristã

Imagem ilustrativa.


Oi! No post de hoje eu vi compartilhar uma receita super fácil que eu sempre faço no café da manhã ou lanche da tarde: panqueca de banana! 🍌🍪

Nessa versão saudável a panqueca de banana não leva açúcar, leite, nem farinha de trigo, sendo ideal pra quem quer ou precisa manter uma alimentação sem leite e glúten.

Vamos aos ingredientes*? 

  • 1 banana
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de água
  • 4 colheres de sopa de aveia fina ou farinha de aveia
  • 1 colher de sobremesa de fermento
  • canela à gosto
*medidas para aproximadamente seis panquequinhas.

Modo de preparo:

Em uma vasilha amasse bem a banana. Coloque o ovo e a água e bata bem, até fazer uma espuminha. Acrescente a aveia e a canela e misture bem. Depois, adicione o fermento e misture suavemente até todo o pó se dissolver na massa. Unte a frigideira com um fio de óleo ou azeite e, em fogo baixo, despeje a massa de acordo com o tamanho que deseja a sua panqueca.

Costumo montar cada panqueca com três colheradas da massa. Assim pequenas, elas assam mais rápido e não ficam molengas na hora de virar. Aí, tampo a frigideira pra que o fermento possa agir e a massa crescer.

Gosto delas mais torradinhas, então fico de olho pra tirar no ponto certo, antes que queimem. Elas ficam prontas super rápido, por isso não dá pra colocar a massa no fogo e ir fazer outra coisa, porque é questão de um minutinho (mesmo) pra ficar pronta!

Receita muito prática e rápida pra inserir na rotina e não ter desculpas pra se alimentar de forma saudável, mesmo na correria do dia a dia! :)

Já comeu panqueca de banana? Se fizer, me conta se deu certo! 🍳🍴

Ah, e se você tiver alguma receitinha prática igual essa, compartilha aqui nos comentários! ❤

Um beijo e até o próximo post! Tchau!

Fonte: Fernanda Witwytzky


As primeiras quatro estações foi uma leitura feita em pequenas doses matinais. E isso não quer dizer que tenha sido uma leitura arrastada ou que eu tenha achado a narrativa maçante, longe disso! Foi uma leitura intencionalmente demorada porque senti que ela tinha muito a me ensinar, e, por isso, ao invés de engolir todo o conteúdo de uma só vez, preferi regar dia após dia cada semente que as páginas plantavam em meu coração. Escolhi dar tempo a tudo o que o livro cultivava em mim para que eu pudesse colher exatamente o alimento que precisava.

A obra, escrita pela sul mato-grossense Fernanda Witwytzky e publicada pela Thomas Nelson Brasil em parceria com a Pilgrim, narra as experiências e aprendizados da autora durante o primeiro ano de vida dos seus primogênitos, os gêmeos Sara e Samuel. Em uma analogia entre as quatros estações do ano e as primeiras fases de desenvolvimento dos seus bebês, Fernanda compartilha inseguranças, descobertas, alegrias e seu constante refúgio em Deus durante a rotina cansativa, transformadora e sacrificial da maternidade.


"existe um Deus que quer trabalhar em você 

na exata estação em que você está."


Além de uma escrita primorosa que transmite verdade, vulnerabilidade e dependência em Deus, As primeiras quatro estações também apresenta uma estética admirável. É nítido o cuidado e preocupação com cada detalhe, desde a ilustração de capa, até a gramatura da folha. Todo esse capricho e delicadeza que transbordam do texto ao design são característicos dos trabalhos de Fernanda, que, independente do produto e formato, sempre entrega o verdadeiro, belo e amável. 

Muito do que esta leitura semeou em mim só vai frutificar quando eu for mãe. E quando esta estação cheia de dores e amores finalmente começar, vou sentir o alívio de não estar sozinha, tanto por saber que outras mães também enfrentam dias de neblina e tempestade, mas, principalmente, porque existe um Deus que está comigo em todas as estações. 


❤ ❤ ❤ ❤ ❤
Autora: Fernanda Witwytzky
Editora: Thomas Nelson Brasil
Capa e projeto gráfico: Vinicius Lira
Ilustração: Babi Venturote
Fonte: Feliz7Play

Há algumas semanas conheci a Feliz7Play, um serviço de streaming gratuito que oferece conteúdo cristão por meio de filmes, séries, curtas, documentários, dentre outras produções audiovisuais autorais. Um dos primeiros filmes que assisti por lá foi O Resgate, e é sobre ele que vim falar com você hoje!

O Resgate narra a história de Adan (Maurício Pitanga), um jovem que desde criança tem o sonho de chegar ao topo da montanha, e, durante uma viagem com sua noiva Joana (Daniela Paschoal), está convicto a fazer isso acontecer.

Após um dia desbravando todas as belezas da subida, Adan e Joana encontram um bom lugar para passar a noite, mas são avisados de que precisam voltar imediatamente para a base, pois uma tempestade pode atingir a região em que estão acampados. Prontamente a moça decide obedecer às ordens e voltar, mas o jovem destemido não leva o alerta a sério e, por já estarem mais perto do topo do que da base, aceita pagar o preço para realizar o seu desejo. Diante das circunstâncias, cada um segue uma direção: enquanto Joana procura o caminho de volta, Adan avança rumo ao topo.

Por ser filho e irmão de montanhistas, Adan acredita estar preparado para suportar todos os percalços do caminho. Sua bagagem e, mais que isso, sua ambição em chegar cada vez mais longe o dá forças e coragem para ultrapassar limites e descumprir instruções. Ao contrário de Joana, que em seu despreparo e prudência, se agarra no destino para sair bem dessa situação. 

Não quero estragar sua experiência com o filme, por isso as informações sobre a trama acabam por aqui. 🙊 Mas é interessante como o tempo inteiro a história é uma metáfora com os desejos do nosso coração e os planos de Deus, o que queremos fazer e o que Deus nos mostra ser o certo a fazer. Obedecer a voz do Senhor ou continuar caminhando com base no nosso próprio entendimento? Adan queria alcançar o topo da montanha, e não há nada de errado nisso. Mas recebeu sinais claros de que não era para seguir em frente, pois estava no lugar errado no tempo errado. Nessas horas, o melhor a ser feito pode parecer óbvio, mas Adan, em seu egocentrismo humano, prefere se guiar por aquilo que conseguia ver: sabia o caminho, tinha as ferramentas certas e já estava quase chegando. Ora, se sei para onde quero ir e como chegar lá, o que poderia me impedir? Uma ordem de Deus deveria ser suficiente. Esquecemos que nossa visão é completamente limitada e que o Senhor já conhece o nosso futuro. Ignorar Seu direcionamento, além de ser a decisão mais tola, sempre vai ser a mais perigosa.

Ao longo do filme temos diversos motivos para nos indignarmos com as atitudes de Adan. Até nos darmos conta de que, por muitas e muitas vezes, agimos igualzinho a ele. 

Por fim, somos brindados com uma clara analogia a Jesus Cristo e à salvação, à morte pela vida. Era para ser eu e você. Mas Ele foi o sacrifício vivo em nosso lugar. As últimas cenas são de uma sensibilidade incrível, transmitindo lindamente a mensagem (do filme e do Pai).

O Resgate e as demais produções da Feliz7Play podem ser assistidas no site feliz7play.com 

Você já conhecia essa plataforma? Se assistir ao filme, volta aqui e me conta o que achou! :)

Um beijo e até o próximo post! Tchau! ❤

❤ ❤ ❤ ❤ ❤
Roteiro: Luciana Costa
Direção de Fotografia: Lincoln Augusto
Direção: Alexandre Perim
Direção Geral: Jefferson Nali


Durante o meu devocional de ontem, 31 de agosto de 2022, li a passagem d’O Milagre do Azeite, em 2 Reis 4:1-7, e ela falou tanto comigo que eu preciso compartilhar tudo o que o Espírito Santo ministrou no meu coração. Nela, uma mulher, viúva de um homem temente a Deus, está prestes a ter seus dois filhos levados como escravos e vai pedir ajuda a Eliseu. Eliseu era um profeta e, naquele tempo, eram os profetas quem as pessoas buscavam para ouvir a voz de Deus. E aqui eu já tive meu primeiro aprendizado: ela soube pedir ajuda à pessoa certa. Após encontrá-lo e contar o seu problema ele pergunta “Diga-me, o que você tem em casa?”, e ela responde “Tua serva não tem nada, além de uma vasilha de azeite”. Então, Eliseu orienta a moça a pedir vasilhas a seus vizinhos, o máximo que conseguir, e encher cada uma com o azeite que tem. A mulher ouviu e obedeceu. Ela não pensou que não teria azeite suficiente para encher tantas vasilhas. Ela apenas agiu. E encheu uma, duas, várias. Foi necessário confiança e constância para concluir a tarefa. Ela acreditou que aquela ação lhe traria bons resultados.

A certa altura, terminou de encher uma vasilha e buscou pela próxima, mas elas tinham acabado. Naquele momento o azeite que tinha também parou de escorrer. Isso nos mostra o quanto Deus é bom e cuidadoso, e provê conforme conseguimos receber. Se a mulher tivesse mais vasilhas, o azeite continuaria escorrendo, mas, no instante em que as vasilhas acabaram, Deus, em sua infinita sabedoria, também findou o azeite, pois, caso contrário, ela não teria como administrá-lo e aquilo que era bênção se transformaria em um grande tormento.

Quando a mulher percebeu que tinha cumprido as instruções de Eliseu, voltou ao homem para saber o que faria com todo aquele azeite. Ele, então, disse: “Vá, venda o azeite e pague suas dívidas. E você e seus filhos ainda poderão viver do que sobrar”.

Não é incrível quando o Senhor abre os nossos olhos para saídas que estavam ali o tempo todo, mas não conseguíamos ver? Sim, muitas vezes a porta que pedimos a Deus para ser aberta já está escancarada só esperando a gente entrar, mas o desespero, a angústia e a falta de confiança nos impedem de enxergar o óbvio. Então, aqui vai um lembrete, para mim e para você:

Toda vez que estiver vivendo algo que parece ser o fim do mundo,
lembre que o recomeço pode estar a um passo de você.

A essa altura do devocional eu já estava com um caderno aberto, dividindo a página em duas colunas e respondendo para mim mesma as seguintes perguntas: “o que eu tenho?” e “o que posso fazer com o que eu tenho?”. Foi libertador e eu aconselho que você faça também! E não se prenda ao fato de serem coisas “pequenas” e que parecem não ser suficientes para aquilo que você quer, porque o nosso Deus é capaz de fazer tudo com o nada que a gente tem.

Eu sempre ouvi aquela frase “comece com o que você tem”, mas não imaginava que era um ensinamento bíblico, fruto de um milagre! Eu não sei qual a sua história e por qual milagre você espera hoje, mas se você está lendo até aqui, é exatamente essa mensagem que eu te deixo: comece com o que você tem! Apenas comece. Veja, o milagre do azeite não teria acontecido se a mulher não tivesse agido. Ela teria continuado com uma vasilha de azeite e milhares de problemas.

Qual versão dessa história você quer viver? Eu escolho o milagre.
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